Sempre questionamos a qualidade dos chás quanto a sua ação terapêutica. Embora já teci comentários em textos anteriores achei prudente deixar um bem explicativo sobre a temática dos chás.
Como já citado há uma diferença entre os chás alimentícios dos medicinais. Mutias vezes os alimentícios, que encontramos no mercado, são utilizados para fins medicinais para as pessoas, em geral eles não tem uma ação terapêutica satisfatória e por isso os chás medicinais acabam levando a má fama. As formas de preparo dos chás pode ser por decocção, infusão e maceração.
Sabendo que os as ervas que usamos em chás, que compramos em ervanários e farmácias são criteriosamente selecionadas para esse fim , agora discutiremos a farmacologia dos chás no corpo.
Os chás medicinais são vantajosos quando se trata de viabilidade e custo. Também são ótimos do aspecto nutricional.
De fato as terapias usando apenas os chás medicinais como forma farmacêutica tem se mostrado eficaz para muitos casos clínicos. A desvantagem é o fato da imprecisão de doses, o que as vezes pode prolongar o tratamento.
O lado bom é que dando a orientação adequada não temos perigos de hiperdosagens. Enfatizo a orientação, pois as pessoas em geral quando dizemos que a dose mais alta é de 5g acham que é pouco, sendo que em medicamentos trabalhamos com miligramas. As gramas são mais que suficiente para ter a ação desejada, e ainda vale detalhar que a dose de 5g é o limite máximo , mas não para todas as plantas, cada espécie tem o seu ideal e sempre deve se consultar um profissional capacitado para sabe a dosagem ideal da erva a ser usada.
Do ponto de vista farmacológico os chás pelo fato da imprecisão de doses deixa a desejar, afinal a absorção e distribuição dos ativos pelo corpo é o fundamental.
Em minha opinião formas farmacêuticas manipuladas sejam líquidas (tintura) ou pó seco são mais satisfatórias e precisas.

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