Todo mundo tem um conselho de plantas medicinais para curar todos os males. Fato que as plantas tem propriedade terapêuticas e nutracêuticas diversificada que nem sabemos. De estudas por valor terapêutico não sabemos nem metade das descritas botanicamente.

E aí que mora o perigo. Já tivemos a oportunidade de escrever artigos sobre o perigo que as plantas podem ofertar usadas de forma equivocada e desorientada.

As situação que mais me desagrada é quando as pessoas começam a passar indicações sobre as plantas umas para as outras. Em geral escuta – se ou lê – se alguns artigos com conteúdo superficial sobre o assunto e as pessoas tentam buscar alternativas entre aspas, fáceis para poder se livrar dos problemas.

O conhecimento popular é valioso, porém quando estamos tratando de saúde o uso deve ser zeloso. O fator “experiência de idade” ou leitura de quaisquer livros sobre tema não qualificam como profissional para poder avaliar.

Primeiramente sintoma é algo vago. Simplesmente a dor, o mal estar pode significar uma série de desarranjos. Claro que esse sintomas indicam que algo esta atípico e não devem ser ignorados, porém nem tudo vai ser resolver com medicação.

As complicações do uso inadequado das planta são diversos.

Para aplicar uma planta medicinal ou um medicamento fitoterápico, deve se conhecer muito bem a planta, todos os efeitos maléficos, substâncias químicas ativas, oligoelementos, doses, toxicologia, farmacologia, reações adversas, interações medicamentosas.

E antes que qualquer coisas não se aplica uma planta medicinal em chá ou qualquer forma sem antes conhecer a doença que tratamos, pois como dissemos uma sintoma abre um leque de patologias.

E mesmo conhecendo a patologia nem sempre a mesma planta serve para tratar o mesmo local dependendo da patologia instalada ou agravantes além de medicamentos e outras patologias. Como por exemplo o alcachofra para males hepáticos, porém pessoas que tem danos hepáticos agravados com litíase biliar, varizes esofágicas não devem fazer uso do alcachofra.

Isso porque as pessoas desconsideram que as plantas carregam em si não só as substâncias que promovem benefícios, e ignoram que uma planta produz inúmeras outras substâncias em concentrações diferentes e em partes utilizadas. Além de que as substâncias podem ser tóxicas em determinadas concentrações, uso contínuo e essas mesmas substâncias tóxicas em condições “normais” em determinadas patologias podem promover melhoramento das condições. O uso desorientado pode promover danos a pessoas de boa saúde instalando patologias ou favorecendo a certos microorganismos a se instalarem no corpo.

O isoladamente estes compostos são utilizados em medicamentos denominados semi sintéticos e mesmo assim mantém o potencial tóxico, como exemplo os alcaloides.

O principal problema desse uso desenfreado é que a longo prazo pode promover danos sérios ou pior mascar sérias patologias.

As pessoas devem se conscientizar que este comportamento é perigoso e que há a necessidade de procurar a orientação e o atendimento de um profissional qualificado.

Outro fator ignorado é a condição nutricional da pessoas. Não só com medicamentos sejam sintéticos e fitoterápicos, mas também com os chás. Esquecemos por vezes que todas as plantas vem com uma gama de substâncias que são igualmente absorvidas pelo nosso corpo. Pessoas com danos renais, hepáticos, cardíacos dentre outros devem ter muita cautela ao implantar seja na dieta, seja como medicação.


Consulte também estes artigos:

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Nutracêutica: alimentos funcionais


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